Nordestina-paulistana, aquariana, dessas do tipo distraída e muito atenta.
Desde criança via cor em tudo.
Gostava de desenhar as canções de Toquinho, Vinicius e Caetano, tentava acompanhar as palavras com os traços, achava fácil com cinco ou seis retas fazer um castelo… rosa, azul, amarelo.
Criava histórias, inventava vida, transformava coisas, dialogava sozinha, sabia que seu futuro estava mais pra astronauta ou arquiteta de casas no formato sorvete, do que pra veterinária ou advogada.
Cresceu e descobriu o design, entrou na faculdade, o gosto pela arte cresceu junto a sua curiosidade.
Se apaixonou por São Paulo, mil referências, pessoas, lugares, cinza colorido.
Se encantou com as cores de Miró, com o traço de Schiele e as possibilidades da collage.
Escala cromática desordenada da vida, live-painting, coletivo de arte, feira independente, realidade, sonho, poesia.
Hoje no seu último ano de faculdade, tem um blog, um projeto de um livro sobre grafitte, desenha, pinta, escreve.
Busca contínua por identidade nas diversas linguagens.


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